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A hora da virada

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11 mai 2026
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Nem sempre uma empresa em risco apresenta queda de faturamento e lucratividade. Muitas vezes, tudo vai bem, aparentemente, mas uma série de fatores, internos e externos estão, de uma forma não facilmente percebível, estão freando progressivamente o dinamismo da empresa e conduzindo-a a uma estagnação.

Sua empresa aparenta estar bem. O lucro é estável, os processos operacionais são regularmente praticados de acordo com as previsões, seus clientes parecem satisfeitos, não há sinais de alarme em nenhum dos setores. No entanto, a participação de mercado não aumenta, as vendas não crescem além de um patamar mínimo, as equipes parecem dedicadas, mas...poderiam dar mais.

Essa é uma situação típica de um patamar de estagnação da atividade empresarial em seu começo. As empresas, assim como os organismos, têm um ciclo de vida. Nascem, quando são constituídas, têm um período de crescimento que costuma passar por uma fase acelerada. Depois, entram eu um ritmo de produção e geração de resultados mais estável, com um crescimento programado por metas de resultados.

O ideal é que essa fase de crescimento estável dure indefinidamente, mas, muitas vezes, surge um período de estagnação que pode instalar-se a partir dessa fase Os negócios não crescem, a cada cliente novo adquirido, perde-se um ou dois dos antigos. A participação de mercado não evolui, apesar do mercado estar crescendo e dos concorrentes parecerem vender mais do que nós.

Sinal de alerta: a fase de estagnação costuma ser sucedida, mais ou menos velozmente, por uma fase de declínio: as vendas começam a cair, os preços são puxados para baixo, achatando as margens, os clientes trocam-nos pelos concorrentes e nenhum esforço de marketing ou de mudança nas políticas de vendas parece surtir efeito.

Os gestores parecem acordar, começam esforços departamentais, muitas vezes desencontrados para tentar reverter a situação. perde-se o rumo estratégico da organização e as soluções encontradas parecem agravar os problemas em vez de solucioná-los.

O alerta deve soar sempre, ainda na fase de crescimento. A estagnação precisa de ser evitada e, para isso, é necessário promover uma virada (turnaround|) na gestão antes que a estagnação se estabeleça e enraíze.

O termo americano “turnaround” costuma ser entendido como uma medida extrema, de enfoque eminentemente financeiro, uma “reviravolta” nas políticas financeiras apara tentar levantar uma empresa que já está estagnada ou em declínio.

Nós entendemos que essa “reviravolta” pode e deve ser, também, preventiva. E que deve ser executada em cada um dos diferentes departamentos da empresa.

O ambiente do mercado é, a cada dia, mais mutante. A necessidades de adaptação às mudanças nos canais de venda, no comportamento dos consumidores, nos meios de comunicação, nas tecnologias de produção e de serviços, nos produtos financeiros e nas ferramentas de gestão pedem uma reciclagem constante de nossa visão de mercado e de nossas estratégias gerenciais.

O “turnaround”, ou “virada estratégica deve ser realizado em cada departamento, no omento oportuno e de acordo com as necessidades de mudanças identificadas por um cuidadoso diagnóstico. Não se faz diagnósticos apenas em empresas que se encontram em dificuldades. Os diagnósticos devem ser feitos, também, para prevenir as dificuldades futuras. Do mesmo modo que há medidas preventivas para manter um organismo saudável, tais como exercícios, boa alimentação, horas regulares de sono etc também há medidas para manter uma empresa saudável, prolongar seu ciclo de vida e melhorar seu desempenho.

Nossa metodologia emprega ferramentas de diagnóstico eficazes e determina medidas de ajuste em cada setor, Produção, Vendas, Marketing, Finanças, Recursos Humanos, Comunicação e Tecnologia. Pontos de melhoria são detectados, listados em uma escala de prioridades e, de acordo com essa escala, são desenvolvidos, junto às equipes dos diferentes setores, planos de ação focados em resultados, cuja execução e efeitos são cuidadosamente acompanhados.

O Processo de “Turnaround” promove, também, uma melhor comunicação entre as diferentes áreas da empresa, um melhor entrosamento e motivação das equipes. Atua nos processos operacionais e ainda na cultura empresarial, promovendo o foco em resultados e o compromisso de geração de receita para os acionistas e busca contínua das melhores práticas e da conquista das metas e objetivos propostos.

Outra vantagem dessa metodologia é despertar a atenção das equipes para os “sinais de alarme”, por mais discretos e disfarçados que sejam. A empresa entra em um estado de prevenção constante, turbinando seu crescimento e impedindo estagnação e declínio. O olhar dos executivos, voltados para fora (ambiente do mercado) e para dentro |(equipes, processos, produtos, sistemas) detecta pontos de melhoria a serem desenvolvidas e falhas e deficiências em seu nascedouro, providenciando, imediatamente, sua reparação.

Imagem complementar do post A hora da virada

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